Archive for the ‘Revista Weekend’ Category

Kassab aliado ao PT?


2011
03.10

Drible na lei
A decisão do prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, de sair do DEM e fundar um novo partido, soma-se à vontade de muita gente que está na oposição ao governo federal, mas morrendo de vontade de tornar-se aliada do PT. Como só se pode mudar de partido para ingressar em uma nova legenda, os opositores arrependidos bolaram a estratégia de fundar um partido, que depois poderá fundir-se com outro da base de sustentação, talvez o PSB. Há quem afirme que a estratégia foi urdida no Palácio do Planalto.

Outro motivo
Kassab era aliado de Serra, mas não se afina com Alckmin. No DEM, é praticamente certo que ele nunca conseguirá ser candidato a governador de São Paulo. Sua carreira ficaria estagnada. Estando aliado ao PT, ele pode servir como terceira via em 2014, buscando repetir a façanha de quando se reelegeu prefeito em 2008.

Quem é quem
Ninguém se espante se, no novo partido, que pode chamar-se PDB – Partido Democrático Brasileiro, Kassab vier a ter a companhia do senador Aécio Neves e de outros tucanos de alta plumagem. Se, no frigir dos ovos, o PDB sozinho tiver viabilidade eleitoral, pode até não fundir-se com ninguém e ter candidatos próprios a postos-chave em vários Estados.

Quase anônimo
Cada vez mais eu me convenço de que boa parte da expressiva votação obtida por Carlos Roberto (PSDB) na eleição para prefeito em 2008 foi de votos anti-PT e não exatamente em favor do tucano. Impressiona como ele caminha religiosamente pelo Bosque Maia pela manhã, sem ser reconhecido por quase ninguém. Talvez isso explique porque, apesar de todo o volume de campanha que fez em 2010, não tenha conseguido eleger-se deputado federal, ficando na quinta suplência de seu partido e na sétima da coligação com o DEM.

Maia gigantesco
O Bosque é tão concorrido que as empresas construtoras forçam a barra para tentar convencer os potenciais compradores de apartamentos de que seus empreendimentos ficam próximos ao Maia, mesmo quando estão a quilômetros de distância.

Bronca
A Prefeitura deveria pegar no pé dos “ambulantes” que vendem alimentos na avenida Paulo Faccini, ao longo do Bosque Maia, para que recolham os detritos gerados por sua atividade antes de se retirarem no fim da noite. Já ficaria um pouco menos de sujeira a cada manhã. Ainda falando sobre aquele espaço nobre da cidade, é incrível como são sugismundos alguns motoristas que estacionam por ali, pois jogam no chão as embalagens de lanches.

OUTRA BRONCA
Prova de que educação nada tem a ver com nível social ou grau de escolaridade é o fato de serem vistos carrões caríssimos, dirigidos por gente bem formada, fazendo fila dupla nas portas de renomados colégios da cidade, ao deixar os filhos, atrapalhando o trânsito e dando mau exemplo às crianças e adolescentes. Dá vontade de começar a fotografar e publicar as placas desses espertinhos.

Tem gosto pra tudo


2011
03.09

Em todos os ramos de atividade, há quem consiga manter-se no mercado com produtos de qualidade discutível e preço aviltado, enquanto outros preferem manter um padrão de qualidade superior, ainda que o preço seja mais elevado. Felizmente para a evolução do mundo, sempre há consumidores que não abrem mão da qualidade, mesmo pagando mais caro.

É compreensível que alguns escolham o que é mais barato, sem se dar conta de que o barato pode sair caro. Cabos elétricos de má qualidade, por exemplo, podem resultar em curto-circuito e incêndio. Material hidráulico ruim pode causar vazamentos e prejuízos incalculáveis. Escola que paga mal aos professores deforma o aluno, em vez de formá-lo. Uma roupa malfeita ou confeccionada com tecido de baixa qualidade transmite uma imagem negativa de quem a veste.
E a publicidade feita em um órgãos de comunicação que não têm respeito pelo leitor? Jornais e revistas que não têm jornalistas; que publicam textos com erros; transmitem informações ultrapassadas ou distorcidas… Pois há quem anuncie nesses veículos, apenas porque custam menos.

Leia as pérolas que constam na carta de apresentação de uma publicação impressa (transcrição ipsis literis):

“A Revista … é uma porta de entrada para se comunicar com um público altamente sofisticado e tornou-se num forte referencial de marketing e divulgação comercial, que lhe permite ter mais visibilidade do seu produto à garantia de retorno nos negócios. Abrilhanta-se não somente na arquitetura de sua ortografia, mas, também, no quesito mercadológico ao dinamismo econômico por apresentar as marcas mais refinadas da cidade. Servindo de vitrine para novos negócios, as páginas da revista faz parte de um programa de marketing, no qual, sua empresa tende obter resultados significativos tanto de divulgação quanto de lucro.”

É mole? O personagem Rolando Lero ficaria com inveja de um texto assim, que fala, fala e não diz nada. E tem gente que anuncia e acha que está fazendo economia, um grande negócio!!

Enfim, cada um sabe o que fazer com seu dinheiro.

O quê quer dizer OPA?


2011
03.03

VALEU!
Notas desta coluna têm surtido efeito, em benefício da população. A Proguaru está fazendo mais cedo a varrição da calçada ao longo do Bosque Maia, recolhendo os detritos que vândalos deixam espalhados após revirar os cestos de lixo para retirar latinhas. Faixas em postes foram retiradas pela Prefeitura, dias após o assunto ter sido abordado aqui. E a Proguaru esteve quarta-feira no Jardim Testai, tentando dar um jeito nas ruas do bairro, mas ali o único jeito será uma reforma total.

NÃO VALEU
Embora proibida na cidade, a pintura de propaganda em muros continua sendo feita na cara dura, a plena luz do dia. Alto-falantes, também proibidos, continuam azucrinando a cabeça dos munícipes. Cadê a fiscalização?

O QUÊ QUER DIZER OPA?
O nome oficial que a Prefeitura deu ao seu programa de revitalização do pavimento das vias de maior movimento foi Operação Asfalto. Mas, a veia sarcástica do povo não deixou por menos: na linguagem popular, considerando a curta vida útil do material aplicado nas ruas da cidade, OPA quer dizer “Outra Porcaria de Asfalto”.

A MULTA DA ZEBRA
Pegou mal entre o pessoal da Secretaria de Transporte e Trânsito a chamada de capa da Weekend do dia 25/2, “Infração banal é considerada gravíssima pela Prefeitura”, porque é o Código de Trânsito Brasileiro que estabelece quais infrações são gravíssimas e não o Município e também por entenderem que não se trata de algo banal. O que a reportagem discutiu é o critério adotado para classificar como infração ao Artigo 193 do CTB passar sobre essas “zebras” pintadas nas ruas, pois o texto não é claro quanto a isso. O que também se discute é a necessidade de pintar tantas faixas como aquelas por toda a cidade. A impressão que dá é de que se descobriu aí um ótimo filão para faturar em cima do contribuinte.

SÓ SE FALA NISSO
Pergunta que não quer calar: se o trânsito de Guarulhos já está uma lástima, como será para andar na cidade quando todos esses prédios em construção forem habitados? Quais critérios a Prefeitura está adotando para permitir que tantos sejam erguidos ao mesmo tempo, sem que haja nenhuma melhora no sistema viário da cidade?

LEI DO SOLO CRIADO
Não resta dúvida de que Guarulhos é a bola da vez para a construção civil por conta do desenvolvimento da cidade e de muitos dos seus predicados. Mas, também não há dúvida de que contribuiu para isso a legislação paulistana que fixou o pagamento de altos valores à Prefeitura de São Paulo para permitir a construção de prédios acima de determinado número de andares, conhecida como Lei do Solo Criado. Talvez esteja na hora de pôr em prática algo semelhante em Guarulhos, pois como a coisa vai daqui a pouco ninguém mais conseguirá trafegar pela cidade.

Ministério do Turismo quer avaliar destinos dos cruzeiros marítimos


2011
02.21

Por ser assunto de interesse geral, reproduzo release enviado pela Assessoria de Imprensa do Ministério do Turismo:

A capacidade de carga dos destinos turísticos será avaliada no processo de definição dos roteiros dos navios de turismo pela costa brasileira. A medida, anunciada pelo Ministério do Turismo (MTur), tem como objetivo evitar transtornos no cotidiano dos municípios que recebem transatlânticos durante as temporadas de cruzeiros.

Com o aumento da demanda por cruzeiros, um mercado que cresceu mais de 2.000% ao longo de dez anos, houve também pressão sobre a infraestrutura de municípios que recebem os navios. Por isso, o MTur começa a adotar medidas como o ordenamento das escalas dos transatlânticos e desenhar projetos de qualificação dos receptivos das cidades portuárias.

“Os cruzeiros marítimos representam um importante reforço na economia das cidades litorâneas. Precisamos apenas discutir ajustes nas escalas, observando a capacidade local de receber bem os cruzeiristas”, explica o diretor de Estruturação, Articulação e Ordenamento Turístico do MTur, Ricardo Moesch. Segundo ele, MTur e Associação Brasileira de Cruzeiros Marítimos (Abremar) discutirão a adaptação das escalas já para a temporada 2011/12, que começa em outubro. Os projetos de qualificação para pessoal que recebe os turistas em terra serão formatados com apoio dos órgãos de turismo.

Até o final da temporada 2010/11, em maio próximo, serão 884 mil pessoas transportadas, segundo previsão da Abremar. No total, serão 20 navios, percorrendo 21 cidades litorâneas. Somente Búzios, que sediou nessa semana a reunião do GT de Turismo Náutico, coordenado pelo MTur, receberá 401,4 mil turistas no período.

De uma faxina dessas, todos nós precisamos


2011
02.16

Viviane Sanson, que agora trabalha aqui na editora, recebeu esse poema e o repassou para seu mailing. Chegou minha vez: divido-o com todos que acompanham o blog, porque deve ser muito bom fazer uma faxina dessas. Leia e reflita:

Faxina

Estava precisando fazer uma faxina em mim…
Jogar fora alguns pensamentos indesejados,
Tirar o pó de uns sonhos,
lavar alguns desejos que estavam enferrujando…

Tirei do fundo das gavetas lembranças que não uso e não quero mais.
Joguei fora ilusões, papéis de presente que nunca usei, sorrisos que nunca darei…
Joguei fora a raiva e o rancor
Guardadas num livro que não li.

Peguei meus sorrisos futuros e alegrias pretendidas e as coloquei num cantinho, bem arrumadinhas.
Fiquei sem paciência! Tirei tudo de dentro do armário e fui jogando no chão:
paixões escondidas, desejos reprimidos, palavras horríveis que nunca
queria ter dito, mágoas de um amigo, lembranças de um dia triste…

Mas lá havia outras coisas… belas!!!
…o choro de meus filhos ao nascerem
seus primeiros passos,os abraços….
aquela gargalhada no cinema, o primeiro beijo…..
o pôr do sol…. uma noite de amor

Encantada e me distraindo, fiquei olhando aquelas lembranças.
Sentei no chão,
Joguei direto no saco de lixo os restos de um amor que me magoou.
Peguei as palavras de raiva e de dor que estavam na prateleira de cima -
pois quase não as uso – e também joguei fora!
Outras coisas que ainda me magoam, coloquei num canto para depois ver o quefazer, se as esqueço ou se vão pro lixo.

Revirei aquela gaveta onde se guarda tudo de importante: amor, alegria, sorrisos, fé…

Como foi bom!!!
Recolhi com carinho o amor encontrado,
dobrei direitinho os desejos,
perfumei na esperança,
passei um paninho nas minhas metas e deixei-as à mostra.
Coloquei nas gavetas de baixo lembranças da infância;
em cima, as de minha juventude, e…
pendurada bem à minha frente,
coloquei a minha capacidade de amar… e de recomeçar… de novo

Leitor condena publicação


2011
02.16

Reproduzo mensagem enviada por internauta, que pede para manter-se no anonimato, acerca da publicação da matéria sobre “brincadeira de adulto”, atendendo ao meu pedido postado ontem.

A revista Weekend enfoca as questões com propriedade, de forma objetiva e clara. E assim que deve continuar.

No entanto, na edição nº 66, trouxe a reportagem “brincadeira de adulto”, exibindo acessórios sexuais. Entendo que a matéria deveria ser dirigida apenas ao público adulto e em veículo de comunicação adequado.

Corrija-me se estou enganado. Penso que objetivo da revista Weekend é atingir crianças, jovens e adultos, vez que é distribuída com liberdade e sem qualquer restrição, reserva ou recomendação.

Conquistamos, a duras penas, a tão sonhada liberdade de expressão. Todavia, é preciso ter limites para que as crianças tenham a educação sexual na hora, no momento e de forma adequada.

Brinquedos de adultos. Qual sua opinião?


2011
02.15

Recebemos três reclamações acerca da reportagem publicada na Weekend sobre produtos vendidos em sex shops. Foram leitores que se sentiram constrangidos ao ver esse tipo de assunto abordado na revista, embora seja um conteúdo muito comum de ser visto em revistas como Nova, Cláudia e até em publicações voltadas para adolescentes. O que a matéria diz é exatamente que os tempos estão mudando e que é crescente a clientela, principalmente feminina, desses estabelecimentos.

Eu desejo saber a opinião de mais leitores a respeito desse assunto. Distribuímos 15 mil exemplares e recebemos três queixas. Houve mais gente que não gostou, mas preferiu não se manifestar? Ou a maioria gostou?

O que você pensa disso? Comente!

O que é ser chique, na opinião abalizada de Gilka Maria


2011
02.13

Reproduzo artigo publicado no livro “A Quem Interessar Possa”, de Gilka Maria. O texto circula na internet atribuído indevidamente a Glória Kalil. Eu o havia postado como recebera e, em 06.07.2011, fui alertado pela verdadeira autora do crédito incorreto. Faço a correção e peço desculpas a Gilka Maria pelo desconhecimento. O texto também havia sido modificado e ela me envia o correto, que já reproduzo abaixo. Concordo plenamente com a opinião dela, que sabe o que diz. Tem muita gente por aí, que se acha chique, mas só faz ridículo por onde passa

Nunca o termo “chique” foi tão usado para qualificar pessoas como atualmente Basta abrir qualquer das revistas semanais especializadas em burburinhos para ver as mais diferentes figuras reduzidas à mesma tribo: a dos “absolutamente chiques”. Para isso, basta ter (ou parecer ter) uma gorda conta bancária, um apartamento projetado por um arquiteto específico e, claro, freqüentar as festas certas e os restaurantes da moda. É tiro e queda. Daí pra virar celebridade é um pulo. Celebridade “chique”, lógico. Mas a verdade é que ninguém é chique por decreto. E algumas boas coisas da vida, infelizmente, não estão à venda. Elegância é uma delas. Assim, para ser chique, é preciso muito mais que um guarda-roupa recheado de grifes importadas. Muito mais que um belo carro alemão. O que faz alguém ser verdadeiramente chique não é quanto essa pessoa tem, mas a forma como ela se comporta.
Chique mesmo é quem fala baixo. Quem não procura chamar atenção por suas risadas muito altas, nem por seus imensos decotes. Mas que, sem querer, atrai todos os olhares, porque tem brilho próprio. Chique mesmo é quem é discreto, não faz perguntas inoportunas, nem procura saber o que não é da conta. Chique mesmo é gostar de filosofia, enquanto todo mundo devora Paulo Coelho. Chique mesmo é parar na faixa de pedestre e abominar a mania de jogar lixo na rua. Chique mesmo é dar bom-dia ao porteiro do seu prédio e às pessoas que estão no elevador. É lembrar o aniversário dos amigos. Chique mesmo é não se exceder nunca. Nem na bebida, nem na comida, nem na maneira de se vestir. Nada mais feio que parecer uma vitrine ambulante. Chique mesmo é olhar no olho de seu interlocutor. É “desligar o radar” quando estiver sentado à mesa do restaurante, e prestar verdadeira atenção à sua companhia. Chique mesmo é honrar sua palavra. É ser grato a quem lhe ajuda, correto com quem você se relaciona e honesto nos seus negócios. Chique mesmo é não fazer a menor questão de aparecer, mas ficar feliz ao ser prestigiado. Chique mesmo é conhecer a galinha ao molho pardo do Porto do Moreira e o steak tartar do Bar du Theatre, em Paris. Chique mesmo é ter boa conversa, cultura geral e um pretinho básico no armário.
Mas, pra ser chique, chique m-e-s-m-o, você tem, antes de tudo, de se lembrar sempre do quanto que a vida é breve e de que vamos todos pro mesmo lugar. Portanto, não gaste sua energia com o que não tem valor, não desperdice as pessoas interessantes com quem se cruzar e não aceite, em hipótese alguma, fazer qualquer coisa que não lhe faça bem. Porque, no final das contas, chique mesmo é ser feliz!

A lei, ora a lei!


2011
02.13

Dizem que se as pessoas soubessem como são feitas as leis e as salsichas, ninguém as obedeceria e consumiria. Talvez seja por isso que os legisladores sejam os primeiros a desobedecer às leis. Guarulhos é exemplo de cidade onde muitas leis só servem para ocupar tempo em discussões infrutíferas na Câmara Municipal para serem aprovadas e, depois, para repousar nos livros onde se colecionam os diários oficiais, que, aliás, aqui são bissemanais. Este será o tema da Coluna da Carleto desta semana.

A estreia da Coluna do Carleto na revista Weekend


2011
02.11

Quem mandou sugerir?
Atendendo a sugestões – e até cobranças – de leitores, resolvi mudar o estilo deste espaço semanal, para poder tratar de muitos assuntos que não demandariam um editorial, mas que merecem ser registrados e discutidos.
Fatalmente muitas notas terão só a minha visão sobre o assunto. Irei me valer, confessadamente, das informações que os leitores me passam: são pessoas que me abordam em minhas andanças pela cidade ou me enviam mensagens eletrônicas.
Fica desde já garantido o espaço a quem se sentir prejudicado pelas opiniões que aqui serão emitidas, E aos que queiram esclarecer pontos obscuros. As notas serão postadas no meu blog e espero que as pessoas comentem, seja para concordar ou discordar. Se o debate contribuir para melhorar o mundo, o país, o estado, a cidade ou, ao menos, um pedacinho de rua, terá valido a pena.

? Precisa flagrar quem é
Alguém anda revirando as lixeiras colocadas ao longo das grades do Bosque Maia, na avenida Paulo Faccini, provavelmente para recolher latinhas de alumínio. Quem faz isso está deixando o lixo dos fastfoods todo esparramado na calçada, em frente a cada uma das lixeiras. A Guarda Municipal deveria ficar de olho para ver se pega esse – ou esses – malfeitores.

? Uma sugestão
Talvez surtisse efeito colocar lixeiras específicas para latas de alumínio. Assim, os catadores não teriam motivo para escarafunchar as outras lixeiras. Tudo é uma questão de educação: de quem deposita o lixo e de quem retira dali o seu ganha-pão. Não custa tentar.

? Limpeza mais cedo
Enquanto a GCM não dá jeito na coisa, seria importante que a Proguaru fizesse a limpeza mais cedo. Até depois das 8h da manhã, as pessoas que trafegam por ali têm de desviar dos McDetritos esparramados.

? Na expectativa
A decisão do presidente da Câmara dos Deputados, Marco Maia (PT), de empossar os suplentes das coligações e não dos partidos, prejudica os planos do tucano guarulhense Carlos Roberto. O governador Geraldo Alckmin nomeou cinco deputados federais do PSDB para secretarias estaduais, o que abriria espaço para CR, caso prevalecesse o entendimento de alguns julgamentos provisórios do STF (Supremo Tribunal Federal). No entanto, foram mais votados do que o guarulhense dois candidatos do DEM, partido que fez parte da coligação com o PSDB.

? Pouco à vontade
Por falar em Carlos Roberto, na condição de presidente do PSDB local, ele recepcionou o secretário estadual de Desenvolvimento Metropolitano, Edson Aparecido, em coletiva na ACE. Parecia estar contrariado. Deputado federal eleito com 184 mil votos, Aparecido teve apoio do vereador Eduardo Kamei. Se os 1.889 votos que obteve em Guarulhos fossem de Carlos Roberto, o tucano guarulhense teria a quarta suplência da coligação e não a sétima; tomaria posse, independente da interpretação do presidente da Câmara ou do TSE.

? Perguntar não ofende
Para Carlos Roberto é positivo assumir uma cadeira provisória na Câmara dos Deputados? Antes de aprender como funciona a máquina e poder mostrar algum serviço, chegarão as eleições municipais, quando deve tentar de novo a Prefeitura de Guarulhos. Pode ser melhor ficar de fora e não ser cobrado por eleitores insatisfeitos.