Amigos internautas: estamos atribuladíssimos com o fechamento da RG (Revista Guarulhos), edição especial de aniversário da cidade. Assim que a prova final estiver liberada na gráfica, voltarei a atualizar diariamente o blog, nem que seja com uma frase ou um pensamento por dia. Agradeço a paciência e a comprensão de todos.
Archive for novembro, 2010
Amigos para sempre
11.24
Acolhendo sugestão da amiga Celina Faccini, procurarei alimentar o blog pelo menos com uma frase, um pensamento, algo assim, por dia. Para começar, palavras de ninguém menos do que Vinícius de Moraes, que ela mesma me enviou. Agradeço pela ideia, pelo incentivo e pela atenção que sempre tem em relação a tudo o que faço.
“Mesmo que as pessoas mudem e suas vidas se reorganizem, os amigos devem ser amigos para sempre, mesmo que não tenham nada em comum, somente compartilhar as mesmas recordações.
Pois boas lembranças, são marcantes,e o que é marcante nunca se esquece!
Uma grande amizade mesmo com o passar do tempo é cultivada assim! ”
(Vinícius de Moraes)
Perdão, amigo internauta
11.11
Sei que estou em falta com você, amigo internauta.
Deixei este blog ao relento, pobre e abandonado. Mas, creia: não foi por maldade, nem preguiça.
O ritmo de trabalho aqui na editora não está para brincadeira. Não tem havido tempo para me dedicar ao blog, pois as tarefas do dia a dia das revistas RG e Weekend têm me absorvido demais. Ainda mais agora, que lançamos a Weekend também em São Paulo, na região dos Jardins.
Aí, criou-se um círculo vicioso e pernicioso. Como não tenho dado a devida atenção ao blog, é natural que as pessoas desistem de acessar. Como pouca gente acessa, quase ninguém comenta o que foi postado, dá um certo desânimo e aí, confesso, fica ainda mais difícil arrumar tempo para escrever. Seria fácil se fosse só escrever, mas é preciso embasar o que se escreve, ter discernimento, pesquisar dados, apresentar textos com conteúdo para o leitor; não é só escrever o que dá na telha.
Então, vamos deixar tudo às claras. Não vamos mais fazer de conta de que tenho um blog, se não cuido dele direito. Isto é como filho: se pôs no mundo, tem obrigação de cuidar bem.
Sei que não haverá uma comoção nacional por causa disso. Talvez ninguém fique sabendo, e muito menos sinta falta. Pelo menos, se alguém ler estas mal traçadas linhas, não mais ficará acessando para ver se há alguma postagem nova.
Eu também havia aderido ao modismo do twetter. No período da eleição, foi uma experiência bem positiva, pois a ideia vinha na cabeça, eu entrava no site e ia escrevendo uma nota atrás da outra. Passou a eleição, ainda postei algumas notas. Depois, a correria me impediu de continuar. Também vou abandonar de vez a twittagem.
Se daqui a algum tempo, houver condições de voltar a fazer o blog, com a atenção que merecem vocês, internautas que têm a paciência de acompanhar meu trabalho, eu voltarei a editá-lo.
Enquanto esse dia não chega, se é que um dia chegará, peço desculpas pelo abandono involuntário.
Se posso fazer mais um pedido, acompanhe a Weekend e a RG nas edições impressas ou pela internet e opine sobre o conteúdo, a qualidade das matérias, sugira pautas. E quando quiser, envie mensagens pelo e-mail valdir@revistaguarulhos.com.br. Sempre que possível, respondo de imediato. Quando não dá, algumas horas depois, ou no máximo no dia seguinte.
“Perdoe a pressa: é a alma dos nossos negócios”…, “tanta coisa que eu tinha a dizer, mas me perdi na poeira das ruas” (Paulinho da Viola, em Sinal Fechado).
Não vamos perder o contato. Via e-mail. Pelo blog, tava muito complicado. Perdão, amigo internauta.
Convite para assistir Versos Roubados na ACM
11.11
Espero contar com sua presença na apresentação que farei da peça “Versos Roubados”, na ACM Guarulhos, sábado, 4/12, às 16h.
O ingresso é gratuito, mas peço aos amigos que puderem comparecer que levem um caderno ou um livro, para ser doado ao Centro de Desenvolvimento Comunitário Julian Haranczik, que a ACM mantém no Parque Uirapuru e presta relevante atendimento social na região.
Trata-se de um monólogo, de aproximadamente uma hora de duração, que compus em 1990 e cujo texto é formado por letras de músicas de autoria dos melhores compositores brasileiros. Observando coincidências entre obras de autores bastante diferentes entre si, fui alinhavando frases e trechos, resultando em um enredo, com começo, meio e fim, que trata da vida do ser humano em todas as suas faces, as relações sentimentais, a natureza, as questões sociais e políticas, tudo isso que está no rico conteúdo das letras da MPB. Declamo-as, buscando dar-lhes uma interpretação coerente com o que dizem, e, para quebrar a rotina, canto um pouquinho.
Em geral, as pessoas comentam que a peça lhes fez viajar pelo tempo, perceber mensagens que não notavam nas mesmas músicas quando as ouviam cantadas, e que, de alguma forma, ter assistido lhes fez bem. Alguns espectadores já assistiram várias vezes e ainda me perguntam quando será a próxima apresentação. Como o tempo é sempre exíguo, não é fácil voltar a fazer, embora seja um exercício que muito me realiza.
Se puder me dar o prazer de sua presença, peço a gentileza de confirmar por e-mail.
Desde já, fico muito grato pela atenção.
Abraço.
Valdir Carleto