Archive for outubro, 2010

Missa de Sétimo Dia de Hugo Padovani


2010
10.09

A missa de sétimo dia de José Hugo Moure Padovani será celebrada neste domingo, 10 de outubro, às 18 horas, na Paróquia São Pedro Apóstolo Vila Galvão.
Fica na rua Bacabinha, travessa da Nossa Senhora de Lourdes com a avenida Sete de Setembro.
A família pede que quem tiver contato com amigos do ex-funcionário do Banco do Brasil em Guarulhos, por gentileza repasse a informação. Agradecemos.

Um homem inteligente falando sobre mulheres


2010
10.09

O texto que reproduzo é atribuído a Luiz Fernando Veríssimo. Não sei se é vero, porque há muita coisa circulando na internet com nomes que não são os dos seus reais autores. Algumas vírgulas mal colocadas (que eu corrigi) levam-me a achar que não seja de Veríssimo. Mas, como é conteúdo é inteligente e o considero muito valioso, quero reparti-lo com os poucos internautas que ainda têm paciência de acompanhar este blog, tão abandonado nos últimos tempos, devido à insana correria que tem me consumido.

A sobrevivência de uma espécie quase em extinção

O desrespeito à natureza tem afetado a sobrevivência de vários seres e entre os mais ameaçados está a fêmea da espécie humana.

Tenho apenas um exemplar em casa, que mantenho com muito zelo e dedicação, mas na verdade acredito que é ela quem me mantém. Portanto, por uma questão de auto-sobrevivência, lanço a campanha ‘Salvem as Mulheres!’

Tomem aqui os meus poucos conhecimentos em fisiologia da feminilidade a fim de que preservemos os raros e preciosos exemplares que ainda restam:

Habitat
Mulher não pode ser mantida em cativeiro. Se for engaiolada, fugirá ou morrerá por dentro. Não há corrente que as prenda e as que se submetem à jaula perdem o seu DNA. Você jamais terá a posse de uma mulher: o que vai prendê-la a você é uma linha frágil que precisa ser reforçada diariamente.

Alimentação correta
Ninguém vive de vento. Mulher vive de carinho. Dê-lhe em abundância. É coisa de homem, sim, e se ela não receber de você, vai pegar de outro. Beijos matinais e um ‘eu te amo? No café da manhã as mantém viçosas e perfumadas durante todo o dia. Um abraço diário é como a água para as samambaias. Não a deixe desidratar. Pelo menos uma vez por mês é necessário, senão obrigatório, servir um prato especial.

Flores
Também fazem parte de seu cardápio? Mulher que não recebe flores murcha rapidamente e adquire traços masculinos como rispidez e brutalidade.

Respeite a natureza
Você não suporta TPM? Case-se com um homem. Mulheres menstruam, choram por nada, gostam de falar do próprio dia, discutir a relação? Se quiser viver com uma mulher, prepare-se para isso.

Não tolha a sua vaidade
É da mulher hidratar as mechas, pintar as unhas, passar batom, gastar o dia inteiro no salão de beleza, colecionar brincos, comprar muitos sapatos, ficar horas escolhendo roupas no shopping. Entenda tudo isso e apoie.

Cérebro feminino não é um mito
Por insegurança, a maioria dos homens prefere não acreditar na existência do cérebro feminino. Por isso, procuram aquelas que fingem não possuí-lo (e algumas realmente o aposentaram!). Então, aguente mais essa: mulher sem cérebro não é mulher, mas um mero objeto de decoração. Se você se cansou de colecionar bibelôs, tente se relacionar com uma mulher. Algumas vão lhe mostrar que têm mais massa cinzenta do que você. Não fuja dessas, aprenda com elas e cresça. E não se preocupe, ao contrário do que ocorre com os homens, a inteligência não funciona como repelente para as mulheres.

Não faça sombra sobre ela
Se você quiser ser um grande homem, tenha uma mulher ao seu lado, nunca atrás. Assim, quando ela brilhar, você vai pegar um bronzeado. Porém, se ela estiver atrás, você vai levar um pé na bunda.

Aceite:
Mulheres também têm luz própria e não dependem de nós para brilhar. O homem sábio alimenta os potenciais da parceira e os utiliza para motivar os próprios. Ele sabe que, preservando e cultivando a mulher, ele estará salvando a si mesmo.

É, meu amigo, se você acha que mulher custa caro demais, vire gay.
Só tem mulher quem pode!

O adeus ao amigo Hugo


2010
10.04

Cheguei há pouco da cerimônia de cremação do corpo do amigo José Hugo Moure Padovani, que foi meu colega de trabalho e chefe no Banco do Brasil de Guarulhos e, por breve período, também na vila Galvão.

Não é uma cerimônia tão pesada quanto a de um enterro, mas é inevitável a emoção que nos toca no momento da última homenagem. Principalmente, entre os parentes mais próximos, que conviviam mais intensamente com ele.

Na mensagem que transmitiram aos presentes, seu filho Flávio e uma sobrinha enfatizaram o quanto Hugo era uma pessoa bem humorada e o quanto foi forte para lutar contra o câncer que o acometeu. Há alguns anos, precisou extrair o estômago e encarou isso de uma forma tão natural, manteve com tal altivez atividades como caminhar pelo bosque Maia, que a todos surpreendia pela força de vontade que demonstrava, pelo ânimo que irradiava, tirando tudo “de letra”. Há alguns meses, começou a sentir dores próximas ao ombro, mas não se tratava de algum problema ortopédico, e sim um novo câncer, que acabou por tirar-lhe a vida, aos 66 anos.

Fui subordinado a ele, em Guarulhos, e foi o período em que pude conhecê-lo melhor. Nosso contato anterior, havia sido breve. Quando assumi como caixa em Guarulhos, em 31.03.1976, ele havia sido nomeado recentemente para a seção de Cadastro. Em uma das primeiras reuniões de que participei, o coordenador dos caixas, Pelaio Álvares Júnior, também já de saudosa memória, referiu-se a um problema que alguém relatou de dificuldade de obter documentos rapidamente no Cadastro, dizendo: “Mas, agora isso acabou. Quem assumiu lá foi o nosso Hugo!”. Na vila Galvão, que era uma subagência que funcionava na avenida Sete de Setembro, eu às vezes ia substituir algum caixa e por pouco tempo o Hugo estava no lugar do Gaudie-Ley, outro excelente amigo dos muitos que, graças a Deus, conquistei nos quase 23 anos em que atuei no BB.

Quando ele foi meu chefe, no setor de Recuperação de Créditos, recordo-me perfeitamente que, qualquer que fosse o assunto que estivéssemos tratando, ele pegava a lapiseira, ajustava o tamanho da ponta do grafite, apertando seguidamente a tampinha, e punha-se a escrever ou rabiscar no “risque-rabisque” ou em qualquer papel que tivesse por perto. Se ia explicar onde ficava um endereço, desenhava um mapinha e gesticulava muito para fazer-se entender.

De tudo ele fazia piada e, aliás, adorava contar anedotas, o que eu também aprecio. Todo dia, tínhamos alguma para contar um ao outro. Nosso setor tinha a sigla de “Recre”, aludindo à tarefa a que se resumia nossa atividade, recuperar créditos, mas, trabalhando com o Hugo, era uma recreação.

A família de Hugo é um capítulo à parte, que não pode passar sem comentário. Ele e outro colega do Banco, o Carlos Mariano Fernandes (mais conhecido como Mariano ou “Irmãozinho”, pessoa também muito querida por todos), eram casados com duas irmãs e sempre me impressionou o quanto eles e o restante da família eram unidos, sempre juntos em todas as atividades de que participavam na AABB, o clube do Banco do Brasil Guarulhos, na vila Rio.

Há poucos meses, era comum eu encontrá-los caminhando no Bosque Maia. As irmãs um pouco à frente, eles atrás sempre batendo papo, comentando futebol, mexendo com um outro que também tem hábito de caminhar ali, sobre o resultado de algum jogo. Aliás, o Hugo, que jogava muito bem no time do banco, era torcedor fanático do São Paulo e estava vestido com a camisa do time no momento do adeus, hoje à tarde no Cemitério Primaveras.

Na cerimônia, mais uma vez, pude comprovar o quanto é bonita sua família, o carinho de uns com os outros, a atenção para com todos os amigos que ali foram para homenagear o amigo. Comovente, confortante, maravilhoso de ver, em uma época na qual tantos irmãos sequer se falam, motivados por coisas tão insignificantes como dinheiro, divisão de bens, etc.

A imagem que vamos guardar do Hugo é daquele cara gozador, brincalhão, que via motivo para piada em tudo e em todos e que deixa como legado seu apego à vida, sua alegria e, mais que tudo isso, exemplos para todos nós. Onde quer que esteja, do outro lado do caminho, como dito na mensagem que foi lida na cerimônia de despedida, estará batendo um bolão.

Vai que é tua, Hugo! Bate de canhota, que você é um craque!

Fala sério, uma música para fazer pensar


2010
10.01

Circula muita tranqueira na internet. Mas esse tal de Peteleco da Viola compôs uma música que conta tudo que todo mundo já sabe, mas boa parte do povo faz de conta que não sabe. Acesse o link abaixo

Fala sério