Sempre haverá quem consiga produzir algo de qualidade inferior, ainda que aparentemente semelhante, por um preço significativamente menor.
No ramo editorial, quando se trata de publicações de distribuição gratuita e que, portanto, dependem da receita de publicidade, é um hábito divulgar tiragens que não se confirmam na realidade.
Esse hábito existe para tentar fazer crer ao anunciante que há uma relação custo x benefício bastante atrativa. O artifício pode prosperar por algum tempo, mas não se sustenta, porque o cliente irá perceber pelo resultado pífio que a tiragem divulgada não era verdadeira.
As publicações de responsabilidade da Carleto Editorial, empresa que dirijo junto com meu filho Fábio, divulgam exatamente a tiragem que produzem.
A Revista Guarulhos (RG), bimestral, passou recentemente de 10 mil para 12 mil exemplares, impressos em papel couchê de primeiríssima qualidade. A revista semanal Weekend começou em outubro de 2009 com 12.500 exemplares e em abril passou a ter 15 mil exemplares, impressos em papel LWC, o mesmo das maiores revistas do país, como Veja, IstoÉ e Época. As duas revistas da Carleto são impressas pela Editora Parma, de Cumbica, Guarulhos, tanto pela qualidade do trabalho realizado, quanto pelo atendimento que nos é dedicado, mas também pelo princípio que defendemos de prestigiar, sempre que possível, as empresas de Guarulhos.
Se não bastassem as notas fiscais da Parma, comprovando as tiragens divulgadas, a cada edição pelo menos um cliente é convidado a visitar a redação e conferir a tiragem e verificar in loco o trabalho de etiquetagem dos mais de 6 mil exemplares nominais entregues em mais de 100 dos melhores condomínios da cidade.
Evidentemente, para produzir tantos exemplares, o custo dos anúncios em nossas páginas não tem como ser irrisório como o de outras publicações.
Felizmente, enquanto há os que se contentam em pagar menos, sem levar em conta a verdadeira tiragem, há muitos outros que zelam pelos valores que investem em publicidade e que, por isso, preferem pagar mais caro para ter resultados efetivos, o que, na prática, corresponde a pagar menos. Afinal, publicidade não é caridade, nem despesa, mas investimento. E quem investe quer retorno.